segunda-feira, 24 de março de 2014

Heróis:A mitologia da atualidade

Heróis:A mitologia da atualidade

Para começar temos que pensar em que visão usaremos nesse texto,para deixar isso bem claro tenho que começar com uma pergunta,o que são mitos?
Mitos são histórias que visam explicar acontecimentos cotidianos,assim como uma onda gigante era atribuída ao deus dos mares da Grécia Antiga,Poseidon ,ou uma tempestade a Zeus e assim por diante.


Pelo título você com certeza já percebeu o tema o qual abordarei nas próximas palavras escritas por mim.Os heróis ou super-heróis sempre foram usados como uma forma de crítica social ou para retratar o que estava acontecendo em determinada época e em determinado lugar.De acordo com a definição de mito que acabei de dar os heróis não parecem ter ligações óbvias com os mitos,mas acalme-se jovem gafanhoto já chego lá.

Desde a criação e popularização dos super-heróis como o Batman,o Super-Homem ou como um melhor exemplo para os meus conceitos o Homem-Aranha,eles sempre serviram como um exemplo para muitos jovens principalmente para aqueles os quais tinham um pai ausente,eles serviam como um modelo masculino de caráter masculino ou feminino para meninas,a ser seguido ou melhor davam um sentimento de esperança para eles,uma esperança de que mesmo na noite mais densa o mal sucumbiria a presença do bem,os quadrinhos mostravam o bem derrotando o mal,mostravam que fazendo o bem era a melhor maneira de fazer as coisas e que nada poderia detê-los se suas intenções fossem boas e que todos poderíamos ser heróis por pelo menos um dia mesmo com pequenas ações poderíamos mudar a vida das pessoas ao nosso redor.Todavia ainda não expliquei sua ligação com os mitos,pelo menos não explicitamente.

Do que são feitos heróis ? Força ? Inteligência ? Resistência ? Não,muitas pessoas zombam heróis sem super poderes,falando que eles não são “super” por isso,eu não concordo com eles,pelo menos nos quadrinhos você pode construir poderes,mas nunca pode-se construir um herói,heróis não são feitos de poderes,são feitos de coragem e honra,você pode dar poderes para um babaca,porém ele continuará sendo um babaca na verdade será um super babaca,todavia não se pode dar coragem para alguém as pessoas devem nascer com isso e é isso o que os quadrinhos têm a nos ensinar,que coragem e honra nos tornam heróis.Caso você ainda não tenha entendido a ligação com os mitos te explico.


Nós criamos os heróis,nós criamos os mitos,os heróis nada mais nada menos do que uma forma de simbolizar os acontecimentos do mundo,em todos os mitos as pessoas querem explicar algo,nos quadrinhos as pessoas querem explicar porque nosso mundo está desabando por isso existem os vilões e no fim todos podemos heróis,uma pessoa que arrisca a sua vida por sua família,uma pessoa que se dedica à ajudar os outros,todos esses são heróis,nós sempre queríamos heróis na vida real,todavia não percebemos sua presença entre nós.

BRUNO CANTINO

quinta-feira, 13 de março de 2014

A GESTÃO DO TEMPO E DA APRENDIZAGEM NO ESPAÇO ESCOLAR.

A GESTÃO DO TEMPO E DA APRENDIZAGEM NO ESPAÇO ESCOLAR.

O professor é o gestor das atividades em sala de aula.

Depois do planejamento das atividades pedagógicas levando em consideração o tempo da aula o docente deve leva-lo à prática.

E isso deve acontecer levando em conta as especificidades de cada turma e de cada aluno em especial.







Isso porque o fim último da atividade docente não é a aplicação pura e simples do “conteúdo”, como pensado das atividades do planejamento, mas sim a formação do aluno.



Para isso o tempo e as atividades devem estar integrados, e não serem um obstáculo ao outro: aplicando as atividades no tempo correto, utilizando-o a favor do aprendizado do aluno, ajudando esse aluno a aproveitar melhor o período da aula.

sábado, 8 de março de 2014

O professor do século XXI



Cada época exige do homem uma resposta aos problemas que a sociedade apresenta. A educação vem nesse sentido formar pessoas aptas a responder adequadamente essas questões.











Na atualidade o professor deve estar atento aos problemas e condições próprias do nosso tempo, que é um período de acesso rápido às informações. As informações são transmitidas com pouca leitura e muita imagem. Os jovens tem acesso a uma série de tecnologias e aparelhos tecnológicos, especialmente referentes à internet, com amplo acesso à informação.













Tudo isso demanda do professor um conhecimento dessas tecnologias e um preparo específico para lidar com a educação, relacionando essas mídias e forma de pensar.










Hoje mais do que conhecedor de conteúdos de sua disciplina o professor deve ser um conhecedor de meios de acesso a informação, um mediador e direcionador dos alunos às informações que  conseguem de formas bem variadas.



quarta-feira, 5 de março de 2014

Casulo

Em uma das aulas os alunos foram instigados a analisar o HQ a seguir refletindo:
  • Quais seriam os casulos nos quais vivemos?
  • O que representaria os óculos, as lentes pelas quais vemos o mundo?


Depois passamos a discutir a importância das Ciências Humanas, especialmente as Ciências Sociais e também a Filosofia, como reveladores da realidade, importante meios para auxiliar na compreensão do mundo em que vivemos.




A seguir uma curiosa continuação da HQ.  Para refletir...

terça-feira, 4 de março de 2014

COMO DIRIA R2-D2, FILOSOFIA É...
H. CALEFFI

Isso mesmo, R2-D2 é aquele robozinho do filme Star Wars que parece uma centrifuga de roupas e faz aqueles barulhinhos estranhos para se comunicar. Gosto muito deste personagem porque ele parece um robozinho insignificante, pequeno, sem braços e rosto, mas é ele que salva os demais personagens na maioria de muitas das situações perigosas em que se metem. Ele é corajoso, enfrenta os desafios com os recursos que tem, fazendo bom uso deles em busca de seu objetivo, domina diferentes conhecimentos e fala de uma forma que poucos entendem. Essas características me fazem lembrar da vida do filósofo.

Aqui não estou falando de “filósofo de carteirinha”, com o diploma de graduação, mas daqueles que veem o mundo de outra maneira, caminham contra a maré e exercem seu amor pela sabedoria. A postura filosófica nos coloca na luta contra o senso comum, aquelas interpretações rápidas sobre os fatos e busca a fundo, com o uso da razão, o que significam as coisas que nos rodeiam, se é que nos rodeiam... Segundo Marilena Chauí, filosofia é “a decisão de não aceitar como óbvias as coisas, as ideias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido” (CHAUÍ, 2002, p. 12).
Com isso já dá para perceber, uma postura filosófica é diferente de acumulo de conhecimento e para deixar isso mais claro os dróides do Star Wars podem nos ajudar. O nosso robozinho R2-D2 está sempre acompanhado pelo outro robô com quem faz um contra ponto, o C-3PO, grande, bonito, dourado, um ciborgue de relações humanas e que fala mais de 6 milhões de línguas, um poço de conhecimento e, também, é medroso e age de forma passiva, acomodada e de não envolvimento com a situação e os problemas de sua época – sistema imperialista, guerras, violência, ação dos rebeldes por uma sociedade mais justa, entre outras. Bem diferente do R2-D2, que com as características já descritas acima mostra que o ato de filosofar e o de viver são inseparáveis já que “a filosofia incomoda porque questiona o modo de ser das pessoas, das culturas, do mundo. Questiona as práticas políticas, científicas, técnicas, ética, econômica, cultural e artística. Não há área onde ela não se meta, não indague, não perturbe. E nesse sentido a filosofia é perigosa, subversiva, pois vira a ordem estabelecida de cabeça para baixo” (ARANHA e MARTINS, 1992, p. 69).

Atitude filosófica é inconformismo e ação, não se satisfazer com as coisas como estão e tentar agir, criticar, propor, alertar, duvidar e, principalmente, despertar incomodidade dos demais com a situação buscando uma nova realidade, um novo mundo. Ao fazer isso falamos coisas “diferentes”, que muitas vezes causam estranheza nos demais, como “nos mesmos rios entramos e não entramos, somos e não somos”, e temos comportamentos estranhos como ler um livro em um dia de sol enquanto todos vão à praia, assistir um debate ou palestra na TV por opção, estudar por gosto... etc. Afinal, é fácil e conveniente ser lustroso e acomodado como C-3PO e esconder sua covardia atrás de roupas de grife e comportamento da moda. Ter disposição para pensar, gostar de refletir e observar o mundo, as pessoas e a si mesmo hoje em dia é ser diferente e fazer a diferença.


Bibliografia e filmografia consultada e sugerida:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. MARTINS, Maria Helena Pires. Temas de filosofia. São Paulo, Moderna, 1992.
CHAUÍ, Marielena. Convite à filosofia. 12ªed. São Paulo, Ática, 2002.

Filmes: Star Wars, episódios I, II, III, IV, V e VI.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A sociedade sem leis de The Walking Dead

The Walking Dead é uma série de HQs criada por Robert Kirkman que conta a história do personagem Rick Grimes, um policial que um dia é baleado e depois de muito tempo acorda num hospital infestado por “walkers” que são uma espécie de zumbis (tenho que falar dessa forma para evitar ao máximo de spoilers) e depois de escapar do hospital forma um grupo e é aí que a nossa explicação começa.

O mundo de The Walking Dead é um mundo de completo caos, o governo caiu, ou seja, sem governo sem leis, tudo o que importa é a sua sobrevivência e a do grupo e a parte mais perigosa não são os walkers atacando e matando os sobreviventes mas, sim depender da boa vontade dos próprios humanos. Em um mundo sem leis as pessoas não precisam temer alguma punição por um assassinato, grande parte delas age por impulso ou pior se saqueadores e em parte não podem ser julgados por isso, não me levem a mal não aprovo esse tipo de atitude nem mesmo num mundo como esse, mas temos que lembrar que a sobrevivência é o único objetivo deles, num mundo apocalípitico não existe certo ou errado mas, sim vivo e morto.

Porém, estou falando de pessoas vivendo sozinhas  no apocalipse zumbi, todavia, também temos os grupo e esses casos são os que sofreriam o maior risco, esses dependem de confiar uns nos outros e sempre tomam as decisões mais difíceis, além de terem menos comida e racioná-la é uma dessas decisões.Eles sempre tem de adivinhar se as pessoas vão fazê-las algum mal e o único jeito de saber  é correndo esse risco. Contudo a coisa mais importante percebida em grandes grupos é o surgimento de uma pequena sociedade eles sabem a importância das regras e leis para a nossa sobrevivência e é esse o ponto que queria chegar,sem regras agiríamos por puro impulso e esses grupos os quais estabelecem leis, regras, até mesmo uma hierarquia são os mais fortes, pois desde quando os nossos cérebros evoluíram e a primeira família surgiu as regras comandam esse mundo você gostando delas ou não, podem ser elas a única barreira existente entre uma sociedade e um abismo, pois isso nos torna uma civilização.


Contribuição do aluno BRUNO CANTINO