A inclusão é um termo que está na moda. Ouvimos o tempo todo falar da tal da Escola Inclusiva, do aluno de Inclusão, geralmente se referindo aqueles alunos que tem algum tipo de deficiência. Porém nem sempre sabemos do que estão falando.
Ao olharmos para trás na história da educação no Brasil,
vemos que nem sempre as coisas foram como são hoje. Com relação à inclusão,
isso se confirma, pois o tratamento do aluno com deficiência nem sempre foi
tratado na perspectiva inclusiva.
No passado vigorava a visão integracionista que se baseava
na aptidão do aluno às condições de aprendizagem da turma a qual deveria fazer
parte. Fazia-se o diagnóstico da deficiência do indivíduo e se avaliava se o
mesmo possuía condição para participação no ensino regular. Se positivo o aluno
deficiente deveria se esforçar ara integrar-se aos demais alunos.
Hoje vigora a visão inclusiva do aluno, já não fundamentada
em um modelo médico, com no sistema integracionista, mas preocupado com a
socialização do aluno. Baseia-se, dessa forma, numa visão social,
preocupando-se com as relações entre aluno com deficiência e demais, Nessa
visão a instituição deve adaptar-se ao aluno e não mais o contrário,
providenciando um ambiente adequado, tanto físico quanto social.
Desrespeitar ou tratar com indiferença alguém somente por ser diferente deixará de perceber a pessoa que está por trás da aparência.


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