O
aluno deve ser educado de maneira que esteja capaz de ler sua realidade,
perceber e compreender as diferentes fontes de informação do seu entorno,
tratar de criticá-las e poder transmitir seu pensamento de modo que se faça
compreender precisamente.
Como ensinou Paulo Freire: “Educar é
construir, é libertar o homem do determinismo, passando a reconhecer o papel da
História”.
Para isso deve-se incentivar os alunos na
resolução de problemas, especialmente aqueles mais próximos de sua realidade.
Antigamente a escola era a principal fonte de
informações. Hoje já não é assim. Não interessa um aluno conteudista, mas sim
aquele que sabe trabalhar com as informações que são facilmente adquiridas das
mais diferentes formas.
Diante
disso as competências de maior relevância para o desenvolvimento do aluno são a
leitora e a escritora. Isso porque no seu cotidiano o aluno irá “ler” a
realidade que o cerca, através dos diferentes meio e mídias e “escrever” ou
transpor o seu entendimento através de palavras faladas ou escritas.
Diante
disso é importante que o docente tenha em mente a relevância dessas
competências, e que elas se apresentam em todas as disciplinas e não somente na
disciplina de Língua Portuguesa, sendo imprescindível o desenvolvimento da
interdisciplinaridade, realizando atividades leituras, interpretativas, de
produção de texto, procurando oferecer diferentes formas de leitura de mundo e de
expressão de entendimento possíveis.
Ao
desenvolver essas competências o professor deve preocupar-se em fazê-lo com
textos, instrumentos e conteúdos que sejam próximos da realidade dos alunos,
façam parte do seu mundo, que lhes sejam úteis no dia-a-dia.

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